Página Inicial Data de criação : 07/10/19 Última actualização : 11/10/17 14:22 / 106 Artigos publicados

Historial do Sport Grupo Sacavenense  (Historial do Sacavenense) Inserido Friday 01 February 2008 19:11

Blogue de seniores123 :SENIORES  DO  SACAVENENSE, Historial do Sport Grupo Sacavenense

AO SERVIÇO DO DESPORTO, DA CULTURA E DO RECREIO

 

O Sport Grupo Sacavenense foi fundado em 19 de Março de 1910 e a sua história faz parte da Cidade de Sacavém.

 

Pelo Sacavenense, como atletas, como dirigentes, como seccionistas e colaboradores ou como simples associados, têm passado muitos dos melhores filhos da nossa terra. Milhares de jovens tiveram, pela participação nas actividades do Sacavenense, o complemento de formação humanista que a selectividade do ensino e as difíceis condições de vida das suas famílias trabalhadoras lhes haviam negado.

 

Como escola de convívio e de prática salutar do desporto, o Sacavenense é justamente parte integrante do património de Sacavém, influenciando a vida local em diversos aspectos.

 

A história do clube teve momentos altos e períodos de crise. Atravessando todos os anos de fascismo, que representaram cerca de metade da sua existência, arrastou com as dificuldades e com o ostracismo a que o chamado Estado Novo votava as colectividades populares. Mas cresceu na sua dimensão e na sua influência local, pela abnegação de dedicados dirigentes, pelo entusiasmo dos seus atletas e da sua massa associativa e pelo apoio que sempre tem tido da população local.

 

Foi a seu modo e no seu campo especifico, um baluarte da resistência popular ao fascismo.

 

Tem sido e continuará a ser, nos anos da liberdade nascidos com o 25 de Abril, um exemplo claro da nova vida social do Portugal Democrático.

 

 

Fundação do Sacavenense

 

 

O Sport Grupo Sacavenense foi fundado em 19 de Março de 1910.

 

O Sacavenense criou-se num período de grande animação social da vida portuguesa, quando, entre as novas ideias que haviam de levar à queda da Monarquia e à implantação da República em Outubro de 1910, fervilhava um forte espírito associativo.

Nesta altura começa a ser despertada a população para o ideal desportivo e para a prática organizada do desporto.

 

Os fundadores do Clube foram Reinaldo Ribeiro, João Dinis, Tancredo dos Santos, João Cardoso (Caturra), António Ferreira (Compositor), Alfredo Ferreira, Amado Simões Estriga, Joaquim Martins, António Barros, Joaquim Nunes, Constantino Reis (Lió), António Pereira, Mário Pereira e outros...

 

A partir da sua fundação, o Sacavenense assume características de colectividade de trabalhadores (como de resto nos clubes da época da zona oriental de Lisboa), incluindo-se muitos operários, em especial da Fábrica da Loiça de Sacavém, entre os seus fundadores e atletas iniciais.

 

O primeiro campo de treinos do Sacavenense foi no Largo da Feira (em Sacavém de Baixo). Aí se realizou o primeiro encontro de futebol, após a fundação do clube, com o Grupo da Escola Industrial Afonso Domingues, que o Sacavenense venceu por 1-0.

 

A mais antiga composição de uma equipa de futebol do S. G. S. que foi possível localizar é a que disputou em Novembro de 1913 (data de 24 de Setembro desse ano a inscrição na Associação de Futebol de Lisboa) um jogo com a 3ª. Categoria do Sport Lisboa e Benfica, no campo que este tinha em Sete Rios: Constantino Reis (Lió), Joaquim Ferreira, José Marques, José Silva, Joaquim Nunes, Augusto Etur, Reinaldo Ribeiro, António Ferreira (Compositor), Francisco Silva, João Diniz (Batoque) e João Cardoso (Caturra).

 

A estes e aos sócios fundadores devem ser juntos alguns outros nomes dos que representaram inicialmente e de forma mais destacada as cores do Sacavenenses: Álvaro Pedro Gomes, Eduardo Pedro Gomes, Charles Etur, Manuel Lopes, António Correia, Joaquim Cidra, Amílcar Pinto, Manuel dos Santos, Luís Silvestre, Severino Fernandes.

 

São todos eles obreiros iniciais do Sacavenense. Criaram as raízes desta história do Clube ao longo dos anos.

 

 

Pedra a Pedra, um Património Valioso

 

 

A história do Sacavenense não é apenas a das suas actividades desportivas, culturais e recreativas. É também a da luta continuada do património do Clube, nomeadamente na criação de instalações adequadas para responder às solicitações da massa associativa e da juventude Sacavenense.

 

Com estes anos de existência pode o SGS, embora tenhamos mais aspirações e necessidades neste campo, orgulhar-se de possuir um parque desportivo, feito com entusiasmo e o trabalho dos seus associados, utilizado por centenas de jovens atletas.

 

Na sede actual do Clube o Sacavenense já se encontra há mais de 80 anos. Pouco após o incêndio que em Junho de 1921 destruiu a Sede no Largo do Terreirinho, o SGS instalou-se na sua sede actual ocupando somente um pequeno espaço.

 

Ao longo dos anos foi-se aumentando o espaço e melhorando as condições da Sede até à presente data.

 

Boas vontades e trabalho foram também os meios essenciais para dotar o Sacavenense com um campo de jogos, fundamentalmente para a prática de futebol.

 

No início o Sacavenense treinava-se no Largo da Feira mas tinha de disputar todos os jogos em Lisboa, pois a isso obrigavam os regulamentos da Associação. Só a partir de 1922 (Torneio de Promoção) foi possível usar um campo local, na Fábrica da Loiça de Sacavém. Depois durante umas 3 ou 4 épocas, o SGS dispôs de um campo na zona do Prior Velho. Seguiram-se vários anos sem campo, disputando-se os encontros oficiais em campos de clubes de vizinhança.

 

Por volta de 1936 o Quartel de Sacavém autorizou o SGS a usar o campo de futebol, o que veio a ser interrompido em 1942, por força de um incidente entre a GNR e soldados da guarnição local. Foi um novo período de campos emprestados.

 

Finalmente, em 30 de Junho de 1946 foi inaugurado o campo de futebol no actual parque desportivo. Para suportar os respectivos encargos financeiros, a Assembleia Geral em 12 de Dezembro de 1945 aprovava uma moção apresentada por Teófilo Lopes Constantino que fixava uma "Contribuição Pró Campo" de 100$00 para cada sócio (50$00 para menores e senhoras), pagável no prazo de um ano, tendo para efeito sido criadas quotas semanais de 2$00.

 

O campo de jogos começou por ser um recinto de futebol, com uma pequena bancada em madeira. Em 1955 foi construído um ringue de patinagem, com boa iluminação eléctrica, permitindo a sua utilização nocturna, não só em treinos, como em provas oficiais de basquetebol e hóquei em patins. Sobre ele haveria de nascer o actual Pavilhão Gimnodesportivo.

 

Em 1957 foi a inauguração da iluminação eléctrica do campo de futebol, insuficiente para as provas oficiais mas que era possível efectuar o número indispensável de treinos semanais.

 

Em 1960 foi inaugurada a bancada dos sócios com a sua configuração actual, a qual veio tendo sucessivas obras de beneficiação nos anos seguintes.

 

Em 1968 formou-se uma Comissão Pró-Ginásio no sentido de se construir um Pavilhão Gimnodesportivo do Sacavenense. Esta Comissão fazendo um conjunto de iniciativas diversificadas (concursos, bailes, espectáculos, exploração dos bufetes, almoços, autocolantes e outras) conseguiram proporcionar a construção do nosso Pavilhão e dotou-o de equipamentos.

 

Em 1968/69, uma Comissão de obras do Campo de Jogos, meteu ombros ao alargamento das bancadas laterais, à substituição da vedação do recinto de jogo por um muro a toda a volta, permitindo a colocação de placards publicitários, à construção do peão em degraus de cimento, além de outros pequenos melhoramentos (cabines, instalações sanitárias, bar). Estas obras tiveram os seus retoques finais nos anos seguintes, melhorando sucessivamente o Campo de Jogos do SGS até duas grandes iniciativas concretizadas em 2 de Abril de 1983: a cobertura da bancada e as torres de iluminação.

 

Na época de 1976/77, ainda incompleto nos acabamentos, o Pavilhão começou a ser usado na prática do basquetebol. Em Junho de 1978, realizou-se nele o 1º. Grande festival desportivo com basquetebol, andebol e hóquei em patins. Finalmente, em 30 de Junho de 1979, com todos os acabamentos concluídos, efectuou-se a inauguração oficial com um Sarau de Ginástica.

 

Em 1990 foram inaugurados 2 campos relvados e as novas cabines e instalações de apoio.

 

Em 1998 face ao corte do campo nº. 2 Relvado, pela variante à Estrada Nacional Nº. 10, foi inaugurado um novo campo pelado.

 

Em 1999 foi inaugurada uma nova bancada do peão do campo nº. 1, novas cabines e instalações de apoio ao campo pelado.

 

Em 2005, foi construída uma Lápide Fúnebre no Cemitério de Sacavém, com a ajuda da Junta de Freguesia, para homenagear os Sócios e os Atletas falecidos do Clube.

 

Em 2007 foram inaugurados os Novos Campos Sintéticos do Clube.

 

O Pavilhão é um símbolo na vida Sacavenense. No esforço enorme que representou a sua construção, com os limitados apoios oficiais que quase se verificaram após o 25 de Abril na fase final da construção. Na sua intensa e múltipla utilização ao serviço do desporto, da cultura e do recreio em Sacavém.

 

O Património do Sacavenense foi valorizado no decorrer dos seus anos de existência. Mas há uma componente de contribuição que é importante relevar que foi o trabalho voluntário representado por milhares de horas oferecidas por associados e simpatizantes de diversas profissões, como arquitectos, engenheiros, desenhadores, pedreiros, serralheiros, pintores, electricistas, serralheiros, serventes e outros.

 

Foi com este trabalho valioso e com o espírito empenhado dos associados e dirigentes do Clube que permitiu dotar o Sacavenense com um elemento patrimonial que vale centenas de milhares de contos, facultar à juventude local um Complexo Desportivo nas suas vertentes desportivas, culturais e recreativas na Cidade de Sacavém.

 

 

Cultura e Recreio no SGS

 

 

No quadro da vida social de Sacavém e entre as colectividades mais antigas, pode-se dizer que o SGS é o clube desportivo da Cidade.

 

Mas a história do Sacavenense não pode ser "fechada" no fenómeno desportivo.

 

Porque é uma história que passa também pelo convívio, pelas actividades lúdicas, pela iniciação cultural.

 

A sede do Sacavenense foi o ponto de encontro da juventude local e da massa associativa, profundamente ligada à Cidade, durante muitos anos. Já não o é, mas indiscutivelmente que teve neste plano uma grande importância quando não havia televisão, quando a Cidade tinha a sua vida própria, bem demarcada, menos integrada na Grande Lisboa, quando as solicitações eram menos dispersivas.

 

"Comissões de Festas", "Comissões de Bailes", "Comissões de Excursões", "Secção Recreativa", foram as formas adoptadas para tornar agradável e útil a frequência da sede para levar à prática iniciativas recreativas.

 

Um longo caminho vai dos tradicionais bailes e convívios na sede, aos grandes espectáculos e bailes no Pavilhão.

 

As actividades culturais tiveram um peso marcante na vida do SGS. Porque por aí passou muito do seu contributo para o esclarecimento e para a consciencialização de jovens no plano cívico-político, durante o fascismo. Porque através do trabalho cultural foram forjados vários dirigentes locais para a vida associativa e política.

 

A 1ª. Secção cultural arrancou por volta de 1942, criando a Biblioteca do Sacavenense, que na década de 50 haveria de ser oficializada como "Biblioteca Alves Redol". Debates, colóquios, conferências, dinamizando uma intensa acção, a partir do SGS, noutras colectividades de Sacavém e das terras vizinhas.

 

Pode dizer-se que este foi um período de dinamização de um sector mais esclarecido da juventude de Sacavém, ao qual não é alheio a força do MUD Juvenil, no qual se lançou um fermento que em momentos posteriores foi várias vezes reactivado.

 

Assim, no inicio da década de 50, uma nova geração aparece a dinamizar as actividades recreativas e culturais do Sacavenense, apoiando o lançamento de um Boletim do Clube, impresso em tipografia, que foi publicado com certa regularidade entre 1951 e 1953 e promovendo um conjunto muito vasto de iniciativas culturais, com destaque para os aspectos sociais do desporto e a abordagem de diversos temas de natureza social, entre os quais, o alcoolismo e a droga.

 

Este período da década de 50 constituiu uma grande "fornada" de novos dirigentes associativos, muitos dos quais vieram a ser valiosos dirigentes também noutras colectividades locais.

 

Um novo e importante período de reanimação de actividades culturais ocorreu entre 1965 e 1970. Foi remodelada a biblioteca que em 1970 tinha 700 obras e promovidos muitos colóquios e conferências, bem como espectáculos com baladistas e cantores de intervenção. A Feira do Livro em 1968 e a Exposição de Fotografia de Eduardo Gajeiro em Novembro de 1968, constituindo uma verdadeira homenagem do SGS a este nosso conterrâneo e associado, representaram 2 iniciativas marcantes neste período.

 

Realizaram-se iniciativas infantis para filhos de associados, colóquios, debates, e outras iniciativas de índole cultural e recreativo depois dessa época.

 

O Sacavenense dispôs de um Grupo de Teatro e de um conjunto musical e, pelas suas instalações, em Conferências e Colóquios, passaram grandes nomes da cultura e do desporto nacional.

 

Actualmente denota-se que no campo recreativo e cultural com o aparecimento de outras colectividades e com a colaboração conjunta, existe uma certa "especialização" nestas áreas, tendo o Sacavenense diminuído a sua actividade.

 

 

Modalidades Desportivas no Sacavenense

 

 

O Atletismo nasceu com o Sacavenense e registaram-se sucessos significativos. O Sacavenense venceu por equipas a Maratona de 1910, classificando João Dinis em 4º. Lugar, Reinaldo Ribeiro em 9º. e Manuel dos Santos em 10º. Em 1913 o Sacavenense obteve o 1º. Lugar numa prova de 50 quilómetros organizada pelo Jornal "O Mundo", em que João Dinis se classificou em 4º. Lugar.

 

Depois dos anos iniciais só esporadicamente se praticou atletismo no Sacavenense.

 

O Ciclismo foi outra das modalidades que deixou há muito de ser praticada. Augusto Belchior foi o atleta de maior destaque, conquistando o 4º. Lugar na classificação geral das IV e V Voltas a Portugal em bicicleta.

 

Em 1948, iniciou-se o Voleibol no Sacavenense, disputando-se provas oficiais nas épocas de 1951 e 1952. Entre 1975 até 1985 retomou-se esta modalidade.

 

O Basquetebol arrancou em 1950/51 até aos finais dos anos de oitenta. O 1º. Titulo Nacional de Basquetebol foi em 1970/71 de Campeão Nacional da 3ª. Divisão e houve posteriormente uma passagem nos anos oitenta pela 1ª. Divisão Nacional.

 

Hóquei em patins, Andebol, Rugby, Lutas Amadoras, Full-Contact, motorismo, Ténis de Mesa, foram outras actividades desportivas que existiram no Clube.

 

Em 1970 surgiu a Ginástica no Sacavenense. Nos anos de oitenta o Sacavenense chegou a ter em épocas desportivas cerca de 500 Atletas.

 

No Futebol a mais antiga composição que foi possível apurar é a que disputou em Novembro de 1913 um jogo com a 3ª. Categoria do Sport Lisboa e Benfica.

 

Os anos de existência do Clube. de prática ininterrupta de futebol, actividade desportiva base do Sacavenense e motivação essencial da sua existência e da adesão da sua massa associativa.

 

O Sacavenense conta com 27 presenças na 2ª. Divisão Nacional (actual 2ª. Liga), 27 presenças na 3ª. Divisão Nacional (foi Campeão Nacional da 3ª. Divisão em 1977/78) e 37 presenças na Taça de Portugal (dando boas réplicas a equipas da 1ª. Divisão que o eliminaram – F. C. Porto em 1977/78, Benfica em 1980/81 – tendo vencido a eliminatória com o Vitória de Guimarães e o Rio Ave em 1981/82).

 

No Campeonato Nacional da 2ª. Divisão, na década de 80, o Sacavenense esteve quase a garantir a subida à 1ª. Divisão Nacional só não subindo devido aos resultados das 2 últimas jornadas.

 

Na Taça de Portugal o Sacavenense foi até à 5ª. Eliminatória nas épocas de 1980/81, 2001/02 e por 5 vezes até à 4ª. Eliminatória nas épocas de 1960/61, 1981/82, 1984/85, 1987/88 e 2000/01.

 

Ao longo dos últimos anos passaram pelo Sacavenense alguns atletas e treinadores que foram e outros que ainda são jogadores a disputarem o Campeonato da 1ª. Liga como João Cardoso (1º. Jogador Internacional do Sacavenense e actualmente Treinador de Futebol no Braga), Pedro Espinha (Ex-Porto), Carraça (Ex-Guimarães), Godinho (Ex-Belenenses), Rebelo (Ex-Estrela da Amadora), Moreira (Estrangeiro), Nuno Carvalho (Ex-Boavista e Internacional Esperanças), Rui Duarte (Amadora), José Fonte (Inglaterra), Marco Cláudio (Varzim), Rui Fonte (Arsenal), Bébé (Futsal do Benfica), Carlos Azenha (F C Porto) entre outros.

 

Foram realizados nos últimos dez anos, Torneios e Jogos Internacionais no nosso Complexo Desportivo a realçar o Torneio Ibérico de Escolas da Associação de Futebol de Lisboa (últimos nove anos consecutivos no mês de Junho), o Torneio Meridien da UEFA em 1997 (em que pela 1ª. vez houve jogos televisionados), o Torneio João Ferreira Faria de Juniores organizado pelo Sacavenense e o Torneio Amizade em Escolas organizado pelo Clube.

 

Nos últimos dez anos o Sacavenense foi por 2 vezes à final de Juniores do Campeonato Distrital da 1ª. Divisão e por 3 vezes à final de Juvenis do Campeonato Distrital da 1ª. Divisão, perdendo as 5 finais e negando o acesso das equipas aos Campeonatos Nacionais.

 

Na época de 2002/2003, o Clube inscreveu-se pela primeira vez na prática de Futsal. Esta modalidade cada vez tem mais praticantes e assistência no nosso País. Em Seniores, subimos de divisão três anos consecutivamente e subimos à 3ª Divisão Nacional (facto inédito na História do Clube) e conquistou a Taça Comunicação Social da AFL. Na época de 2006/2007 o Clube teve todos os Escalões etários de Futsal.

 

No ano de 2006 foi criada uma nova Secção no Clube, com o Tiro com Arco, que no futuro, após serem conseguidas melhores condições, e com a criação de uma Escola de Tiro Com Arco, podem aumentar o número de Atletas, tendo o Clube logo conquistado um Titulo Mundial e vários Títulos de Campeões Nacionais, e fazer com que mais dos nossos atletas possam ser distinguidos a nível Nacional e Internacional.

 

O Sport Grupo Sacavenense é uma Instituição de Utilidade Pública, tendo recebido a medalha de prata e ouro da Câmara Municipal de Loures pelos serviços prestados ao Concelho e foi atribuído ao Clube pelo Governo em Setembro de 2000, a Medalha de Mérito Desportivo como forma de reconhecimento do trabalho efectuado pelo Clube no desenvolvimento do desporto e que foi entregue pelo Sr. Ministro da Juventude e do Desporto Engº. José Lelo em 2001.

 

Em 2003. o Clube recebeu da parte da Junta de Freguesia de Sacavém o Galardão de Mérito da Cidade pelos serviços prestados pelo Clube à população.

 

O Clube tem um grande orgulho em ser os "Sacavenenses" e o grande Património que conta, que faz parte, 1 Campo Relvado Sintético de futebol 11 com bancadas para 5.000 Pessoas, 1 Campo Relvado Sintético de futebol 7, 1 Campo Pelado de Futebol 11, 1 Pavilhão Gimnodesportivo, 3 Postos Médicos, 12 balneários e instalações de apoio ao desporto. Este Património de propriedade do Clube está avaliado neste momento em mais de 3.500.000 mil euros.

 

O Sport Grupo Sacavenense certamente irá continuar a levar o nome da Cidade de Sacavém e do Concelho de Loures por todo País e pode-se afirmar que o Clube está vivo e para durar muitos e muitos anos.

 

compartilhar

Adicione um comentário !

(Facultativo)

(Facultativo)

error

Atenção, os comentários insultuosos, racistas, etc. são proibidos neste site.
Se alguma queixa for apresentada, utilizaremos o seu IP (54.161.203.23) para o identificar.     

Nenhum comentário
Historial do Sport Grupo Sacavenense


abrir barra
Fechar barra

Deve estar conectado/a para escrever uma mensagem seniores123

Deve estar conectado/a para adicionar seniores123 os seus amigos

 
Criar um Blog